Quando me perguntaram se queria acompanhar a equipa numa caminhada na montanha, disse logo que sim.
Não entendi muito bem, mas algo de surpreendente acharam na minha aceitação.
Há que treinar, na cidade, e fiz sim caminhadas de horas aos fins de semana.
De Wroclaw a Karpacz, duas horas e meia de autocarro, cerca de 120 km de bonitas planícies.
Já têm reservas para o Inverno que é duro por esta zona.
As cadeirinhas.
O silêncio que se ouve.
O ponto de partida ficou bem distante.
Já consegui alguns metros.
Tempo para parar, o coração tem de baixar o ritmo e tenho de recuperar a respiração.
Outra paragem.
Aliás, várias paragens.
Algumas tonturas.
Depois da subida, um pequeno snack.
Depois da subida, um pequeno
No topo de Sniezka, o observatório, três discos gigantes que parecem ovnis.
Ao longe a rocha dos caminhantes. Słonecznik (Girassol)
Vamos descer.
Mais pedras gigantes no caminho.
A floresta aqui, abrigada do vento do topo da montanha, já consegue crescer.
Está calor, mesmo aqui.
Mas cheira a fresco e a musgo.
E cogumelos, que neste país nascem como cogumelos.
Outra rocha, ponto de paragem dos caminhantes.
Nós também, mas por pouco tempo, porque fui a última a chegar.
Nós também, mas por pouco tempo, porque fui a última a chegar.
A descida também custa, e tenho de parar para tirar fotos.
Pielgzymy (Peregrinos) - 1204 m altitude
Pelos cálculos feitos pelos mapas na internet, foram cerca de 15 esforçados quilómetros.
Quase não sinto a parte inferior do corpo, é um cansaço, dor e dormência geral.
Dia seguinte, passeio à vila e saborear um gelado, delicioso e gentilmente oferecido pelo simpático e velhinho gelateiro à estrangeira de Portugal.
O descanso dos guerreiros.


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