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domingo, 5 de outubro de 2014

Karpacz

Quando me perguntaram se queria acompanhar a equipa numa caminhada na montanha, disse logo que sim.
Não entendi muito bem, mas algo de surpreendente acharam na minha aceitação.
Há que treinar, na cidade, e fiz sim caminhadas de horas aos fins de semana.


De Wroclaw a Karpacz, duas horas e meia de autocarro, cerca de 120 km de bonitas planícies.





 Já têm reservas para o Inverno que é duro por esta zona.















Depois de deixarmos a bagagem no hotel, seguimos para o transporte mais fácil e divertido.

 As cadeirinhas.


A subida era longa.


 O silêncio que se ouve.

E a Marcelina... sempre alegre.



O ponto de partida ficou bem distante.


Subir até ali? Claro, visto de longe parece fácil.



Já consegui alguns metros.
Piso irregular, perfeito para não resvalar monte abaixo, ao mesmo tempo permite uma escalada mais entusiasmante.





Tempo para parar, o coração tem de baixar o ritmo e tenho de recuperar a respiração.







Outra paragem.
Aliás, várias paragens.
Algumas tonturas.







E finalmente no topo. Em último lugar. A equipa que subiu.



À volta, Polónia e República Checa.












A vista de Sniezka o ponto mais alto, 1602 metros.



Annia, a mais jovem e minha acompanhante na subida. Obrigada pelo cuidado e simpatia.





Depois da subida, um pequeno snack.




Depois da subida, um pequeno
No topo de Sniezka, o observatório, três discos gigantes que parecem ovnis.





Ao longe a rocha dos caminhantes. Słonecznik  (Girassol)




Do observatório até foram aqui, 6 km.


Esta é o acompanhante dos peregrinos. Param aqui para descansar. Esta é uma das três formações rochosas que guiam os caminhantes.

Słonecznik (Girassol)



Vamos descer.
Mais pedras gigantes no caminho.



A floresta aqui, abrigada do vento do topo da montanha, já consegue crescer.
Está calor, mesmo aqui.
Mas cheira a fresco e a musgo.




E cogumelos, que neste país nascem como cogumelos.














Outra rocha, ponto de paragem dos caminhantes.
Nós também, mas por pouco tempo, porque fui a última a chegar.


A descida também custa, e tenho de parar para tirar fotos.
Pielgzymy  (Peregrinos) - 1204 m altitude

Pelos cálculos feitos pelos mapas na internet, foram cerca de 15 esforçados quilómetros.


Quase não sinto a parte inferior do corpo, é um cansaço, dor e dormência geral.



Dia seguinte, passeio à vila e saborear um gelado, delicioso e gentilmente oferecido pelo simpático e velhinho gelateiro à estrangeira de Portugal.









O descanso dos guerreiros.








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