Translate

domingo, 14 de dezembro de 2014

Lendas da Ilha da Catedral


Lenda do Arco e do Pierogi

Situado a norte da Catedral um arco situado ao norte da catedral, que parece completamente normal, não fosse uma pedra extra localizada a meio.
Segundo a lenda, este é um bolinho de massa, um  Pierogi.
Há muito, muito tempo atrás um homem, amava duas coisas na vida, a mulher e pierogis.
Um dia a mulher que cozinhava os pierogis, morreu deixando o homem perfeitamente deprimido.
Um dia a mulher aparece em sonho, disse-lhe que iria dar um pote mágico que estaria sempre cheio de bolinhos frescos todas as manhãs, só tinha de não esquecer de deixar sempre um bolinho no fundo do pote. Quando acordou, o homem encontrou um pote ao seu lado, cheio de pierogis, o sonho tinha sido real. Durante algum tempo pode comer e deliciar-se, até que a ganancia de comer o último bolinho foi superior às suas forças. Ao espetar com o garfo o último, ele saltou e voou até cair em cima do arco, onde ainda está hoje. Petrificou para alertar a todos, sobre os perigos da ganância.





A Lenda da estátua de S. João Nepomuceno

Nesta estátua existem dois anjos invulgarmente carecas. Mestre Urbanski, o autor da estátua era muito preguiçoso, arrastou o trabalho de conclusão da obra por muitos anos. Dúvidava-se se acabaria. O mestre pediu então ao seu assistente Gottfried para terminar de esculpir os anjos. Ora, Gottfried que tinha sido pai e vivia feliz com o bebé lindo que tinha, decidiu esculpir a imagem do seu próprio filho. Quando Urbanski viu, ficou furioso e despediu o assistente. A sua mulher interveio e dirigiu-se ao mestre mostrando o seu lindo bebé, que encantou Urbanski de tal forma, que voltou a admitir o assistente e ainda mandou esculpir mais um anjo careca. E ainda, o prazo foi cumprido.  


A lenda da "cabeça que grita"


Na parede exterior da catedral, a cerca de 15 metros do chão, podemos encontrar esta pedra estranha.
A lenda fala de um jovem que se apaixonou pela filha de um ourives rico. Quando o jovem pediu ao ourives sua filha em casamento, ele terá respondido que sim, em troca de muito dinheiro.
O jovem prometeu então voltar um ano depois com o dinheiro. Partiu para a floresta onde iniciou actividade no crime e banditismo, a única forma de se tornar rico rapidamente. Voltou então um ano depois, cheio de dinheiro mas criminoso. O ourives recusou aceitá-lo, apesar do dinheiro tinha tido noticias do que se tinha passado na floresta, ataques, assaltos e pilhagens a comerciantes e não queria que a sua filha casasse com uma pessoa assim. O jovem ficou furioso e declarou que se ele não pudesse ter a sua filha, mais ninguém poderia, e ateou fogo à casa do ourives. Rindo e correndo como um louco foi ao cimo da torre da catedral ver melhor a casa do ourives a arder. Deus não gostou do que estava a acontecer na sua catedral. Enquanto o jovem observava o incêndio, foi fechando a janela em torno da cabeça do jovem. Quando se apercebeu já era tarde demais, não conseguiu escapar, Os seus gritos de horror foram ouvidos pela população, que correram em auxilio do ourives e filha que foram salvos ilesos. Assim ficou a lição de que a casa de Deus não deve ser desta maneira e com maus objectivos.


A Lenda da Igreja Dupla

Existiam na Ilha duas pessoas muito influentes e ricas, o Infante D. Henrique e D. Thomas. Amáveis e generosos para com a população mas desavindos e até se odiavam, no entanto alguns problemas para a cidade eram evidentes. O Bispo decidiu então encomendar-lhes a construção de uma igreja em conjunto, para que cooperassem entre si. Seria a Igreja de S. Bartolomeu e foi aceite pelos 2 homens. Durante as escavações o bispo tropecou numa raiz, que ao verificar que era em forma de cruz, achou melhor mudar o nome da igreja para Igreja de Santa Cruz. Logo os 2 homens discordaram deixando o Bispo desolado deitando por terra o trabalho já feito para unir os dois. Então para resolver o problema, passariam a construir 2 igrejas no mesmo local, S. Bartolomeu e Santa Cruz. E ela lá está!


Sem comentários :

Enviar um comentário